domingo, 13 de outubro de 2013
Sobre festas e seis tipos de pessoas que se encontram nelas – Teoria número trinta e quatro
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Os olhares desviados são as verdadeiras testemunhas - Teoria número trinta e três
Depois de um tempo, comecei a me tornar um profissional em perceber alguns olhares. E, entre eles, o que mais me chama a atenção é o olhar rebaixado, envergonhado, o olhar que foge. Não no bom sentido, não aquele olhar de dois amantes que se buscam em enquadramentos diferentes, que se caçam e se escondem. Não, o que falo aqui é do olhar medroso, o olhar covarde.
E esse é o pior tipo de olhar que existe.
Talvez seja por isso que me marca, por ser o pior tipo que existe. E também porque já o vi demais, e isto quer dizer que já passei por algumas situações complicadas com algumas pessoas. E, na minha humilde opinião, a prova de que você está certo em algum conflito é quando a pessoa passa por você e lhe enxerga, mas, desesperadamente, foge com os olhos. Como uma ratazana que se vê ameaçada, ela se esconde em qualquer beco, toma qualquer caminho. Os olhos fujões são só a testemunha de que você estava realmente certo sobre a índole de tal pessoa.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Porque (.....) é importante - Teoria número trinta e dois
Joga fora também a sua família, os seus animais de estimação, todas as preocupações rasas com o seu futuro e o futuro da humanidade. Perde os tênis, perde as meias e deixa os pés completamente grudados no chão. Não na laje, não na lajota, não no azulejo. No chão, ao lado da terra e da grama.
(.....)
Agora, pega tudo novamente, a camisola, a roupa de baixo, o tênis velho e necessário. Ocupa a sua cabeça novamente com as pequenas, mas sempre presentes, prestações daquele carro novo. Recupera a tua família, se lembra do medo de perder seu companheiro para aquela amiga que o vive rondando.
Respira, volte ao azulejo, esquece do chão, esquece da grama.
Corra.
sábado, 31 de julho de 2010
Não compartilhe tudo, por favor – Teoria número trinta e um
Estava lendo um artigo na Folha Online sobre as mudanças que a Internet e as redes sociais causaram no comportamento das pessoas. Mais do que apenas uma modificação, trata-se de uma verdadeira revolução calcada no compartilhamento extremo de informações, um verdadeiro show de exibicionismo. Atualmente se twitta qualquer coisa que muitas vezes não são necessárias para ninguém, a não ser para a pessoa que twittou. Entretanto milhares de pessoas deixam suas marcas em blogs, facebook, orkut, inlikee, etc.
O problema é que estamos tão acostumados com isso que daqui a pouco não poderemos esquecer mais nada. Sim, é o absurdo fim do esquecimento. Os restos virtuais deixam traços do passado, toda ora voltando e embrulhando o seu estômago.
É preciso dar uma chance ao esquecimento.
Faz parte da vida também esquecer algumas atitudes, acontecimentos, passados. Não dá para viver relembrando tudo, algumas coisas também devem ser esquecidas, então pense bem antes de compartilhar tudo online, antes de se exibir, você provavelmente voltará a ler isso no futuro. E será que você realmente vai querer ler e se lembrar disso?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Teoria número trinta: sobre metodologias e improvisações treinadas
Preciso criar uma metodologia para cada tarefa que me surgir. Só assim eu conseguirei preencher todos os meus prazos, entregar todos os trabalhos, organizar a minha vida. Necessito de metodologias para as ações do dia-a-dia também, apertar as mãos de alguém, sorrir (porque alguém disse que sorrir é a linguagem universal), escovar os dentes, afagar algum cachorro.
Quero inventar um sistema em que irei bem em todas as provas, em que todas as coisas planejadas vão dar certo. Nesse sistema totalmente empírico ninguém se confunde: as escolhas estão sempre certas, todo mundo vence os seus medos, e os problemas, certamente, são superados no final. Até surgirem novos problemas, mais difíceis obviamente, mas também superáveis.
A necessidade de criar metodologias também criará a necessidade paradoxal de se criar um método para agrupar diferentes espécies de metodologias. Mais precisamente em campos de aplicação. Exemplo: campo carinho, entra a metodologia de abraçar, beijar, fazer sexo, escrever para a pessoa amada. Campo ódio entraria coisas como: briga na rua, assassinatos, inveja, traição.
A necessidade de se criar metodologias para tudo acabaria se auto-destruindo depois de um tempo, porque nem tudo é agrupável e nem tudo pode ser sistematizado. As ações no dia a dia são assim. A vida é um improviso treinado durante a maior parte. Sistematizamos inconscientemente.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Teoria número vinte e nove: sobre o maldito e o bendito desfocamento.
Tempos atrás estava conversando com alguém e me veio essa palavra para definir como eu observava essa pessoa naquele momento. Desfocada, fora de si, perdida entre outros pensamentos. Ou seja: ela estava confusa, assim como uma foto em que a imagem não está bem definida.
Maldito desfocamento. Ou bendito?
Às vezes é necessário ficar meio desfocado, isto é, fora de si para se encontrar. Ou melhor, outra pessoa pode vir e te focar melhor, de outro jeito. Lembro-me agora do filme Descontruindo Harry do Woody Allen, nele o escritor cria um personagem que é desfocado. Sim, ele é interpretado por Robin Willians e fica desfocado não se sabe o porquê. A sua família então para vê-lo normalmente tem que usar óculos.
O desfocamento (palavra inventada, ok?) serve para percebermos que não há nada mais confuso do que se olhar e não se enxergar. Melhor tentar dar um jeito, não?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Teoria número vinte e oito: sobre a útil banalidade do amor e a importância dos atos.
Dizer "eu te amo" depois de um tempo torna-se uma coisa supérflua, quase obsoleta. O que significa a união dessas três palavras? Confere sentido a elas somente os atos que a demonstra. Disto isso, falar "estou com saudades" é muito mais expressivo, pois agrega mais emoção e mais realidade no sentir falta, no desejar a presença da pessoa.
Há a premissa também, alguns indivíduos afirmam, que dizer “eu te amo” é algo banalizado ao extremo. Mas já é outra questão, porque banalizar é um conceito estranho. Para eu afirmar que dizer “eu te amo” foi banalizado, devo partir do princípio que dizer “eu te amo” é algo extremamente raro e que deve ser muito complicado e difícil sentir o tal amor. Confesso que já pensei desse jeito e hoje penso que o amor é, de certa forma, o que une todas as pessoas. É também o que faz o mundo girar. “All you need is love”, não? Logo, se o amor está em toda a parte ele já é algo tão comum, tão banal. Entenda, é diferente do que a pessoa se conhecer ontem e hoje já dizer “hey, eu te amo”. Não é isso, não é paixão de Orkut. Amor é sim o que nos une, sem até que percebamos.(Engraçado notar como o amor trabalha por instâncias, já que ele é o sentimento responsável por, de certa forma, unir a todos, é óbvio que ele une mais algumas pessoas, daí as amizades, daí os namoros, daís os casamentos).
E nos une através dos atos, porque apenas expressar por palavras não adianta e com o tempo torna-se obsoleto. Hey, não quero você pense que não possa mais dizer eu te amo, mas demonstrar isso é muito mais rico e necessário dentro de qualquer relação. E você sabe, sei que você sabe, porque qualquer indivíduo, até o mais frio e arisco de todos, tem a condição de amar – e de demonstrar isso.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Teoria número vinte e sete: sobre a questão do narrador e a fuga do autor.
Imagine um personagem. Quais características você colocaria nele? A sua vida? O seu cotidiano? Todas as coisas que você faz no dia a dia? Não. Quer dizer, não assim tão entregue de imediato. Eu sempre imaginei que escrever ficção é fantasiar o seu personagem do modo mais realista ou mentir do modo mais verossímil possível (caso queiramos produzir literatura mais realista).
Acontece que muitas pessoas que gostam de escrever confundem o autor com o narrador.
Apesar de o conceito ser de fácil entendimento, quando a pessoa vai para a prática mete o “pé pelas mãos” muitas vezes porque não consegue se diferenciar. Não conseguem se despir e fugir dos seus pensamentos. Isto é, o autor (“pensamento da pessoa”) invade o campo do narrador (“pensamento do personagem inventado”).
E isso fica evidente principalmente nos textos narrados em primeira pessoa.
Já escrevi uma vez que era muito mais fácil escrever em primeira pessoa (pelo menos para mim), o problema é que é complicado que um texto desse tipo fique realmente bom. Justamente porque nesse tipo de texto o escritor deve fugir completamente de si para encarnar o personagem, deve ser o “eu narrador” apenas.
Rubem Fonseca é mestre nesse sentido, leia “O cobrador” para saber do que estou falando.
Talvez seja mais fácil começar a escrever como um narrador onisciente, aquele que saberia tudo o que está acontecendo em todo o universo do texto. Mesmo assim é sempre necessário fantasiar ao máximo, criar todo o campo necessário para a boa literatura. Que deve ser, sobretudo, singela, despida de furos do autor, mas podendo ter intervenções do narrador (como próprio machado fazia) e que às vezes deve mais sugerir do que mostrar.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Teoria número vinte e seis: sobre artimanhas e amadurecimento
Eu tenho que vencer várias artimanhas que eu mesmo crio para conseguir realizar algumas tarefas. É engraçado, quem coloca mais adversidade na minha frente é eu mesmo, na melhor das redundâncias. Elas ficam indo e voltando, confrontando-se com o meu objetivo.
E eu anseio, faço voltas em torno delas. Converso comigo mesmo e tento acalmá-las. Durmo. Relaxo. E elas simplesmente somem, quando chega a hora do momento de aflição, de finalmente cumprir o problema. Como se pregassem uma peça, só para incomodar. Como se quisessem apenas me ver nervoso.
Acredito, contudo, que isso também faz parte do processo de amadurecimento.
Que reside no fato de diminuir o caminho das peças que pregamos em nós mesmos. Aprender com os erros e tentar tomar melhores respostas, desviar das armadilhas. Até elas desaparecerem, ou pelo menos serem tão ínfimas a ponto de quase não a sentirmos. A ponto de só nos lembrarmos delas daqui a uns anos quando pensarmos, “Ah, como eu era bobo e me estressava por pequenas coisas, como eu era bobo e ficava nervoso antes de entrevistas”.
Algo me diz que será assim. Tenho certeza absoluta.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Teoria número vinte e cinco: sobre os nossos diferentes tipos de construção
Assim como o meu.
Eu também preciso impermeabilizar todas as frases do meu texto para ver se não há algum ponto que possibilita a entrada de erros, de críticas. Vou sempre observar a construção do nexo entre as sentenças, a originalidade e o modo como vou prender a atenção do meu leitor.
Do mesmo modo que você deve prender a atenção do seu cliente, explicando para ele o que ele deve evitar depois que você fizer o seu trabalho de não deixar a chuva invadir o patrimônio dos outros. De não deixar o mofo tomar conta das paredes e estragar toda uma casa.
Eu também não posso deixar o mofo invadir o meu texto e o meu estilo de escrever. Tenho que sempre observar a narrativa de diferentes ângulos e traçar toda uma armadilha para quem estiver lendo seja surpreendido. Ser original é necessário para não ficar mofado, verde cor de musgo no canto.
Você usa um material chamado mantas asfálticas para proteger o seu trabalho e eu também uso um manto. Um manto invisível para esconder a sub narrativa – aquela que justifica e dá valor ao bom texto – e deixo a narrativa de boas vindas mais à mostra – aquela que é a mais ilustrativa, aquela que é a mais superficial.
Sim, nós dois somos construtores e – mais do que isso – somos excelente no que fazemos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Teoria número vinte e quatro: sobre crescer e saber observar as estrelas.
A de hoje é bem curtinha e nasceu agora há pouco, quando estava no terraço da minha casa. É o seguinte: de uns anos para cá, a nossa casa cresceu bastante, graças ao esforço dos meus pais foi possível expandi-la. O crescimento da nossa residência também forneceu uma bela vista. É possível ver boa parte da cidade, mas eu sempre gostei mais de olhar o céu.
E é noite de ano novo e estou com aquela sensação de esperança maravilhosa para o próximo ano.
Comecei a pensar que há muito em comum entre crescer e saber observar aquelas coisas que realmente importam. Alcançar as estrelas. Amadurecer e sempre almejar mais, mas também selecionar o tempo para tudo que faz a vida valer a pena.
É isso que eu quero levar para a frente, para todos esses próximos 365 dias.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Teoria número vinte e três: sobre aquelas velhices e o futuro.
Me peguei olhando para todas as minhas revistas antigas hoje. Abri o meu armário também já surrado – não que eu dê importância para essas coisas: adoro tudo aquilo que tem história. Abri meu passado ao abrir a porta do móvel. Todas as minhas revistas em quadrinhos que eu demorei anos para colecionar e manter estavam lá. Intactas. Muitas revistas de todos os tipos, e que marcaram momentos também se acumulavam nos cantos
Não só elas, várias cartas que recebi faziam-se presentes. Todas guardadas porque ali tem vida, ali tem passado e acontecimentos. Naquelas cartas estão trancados alguns dos melhores momentos que passei. Todos os passeios, as tardes na redenção, algodão-doce, medo, receios, sorte.
Todas aquelas velhices maravilhosas e que me levam ao meu futuro também.
Sim, uma vez que tudo o que vivemos, tudo o que guardamos naquele armário antigo constrói o que seremos no futuro. Ajuda a definir nossas percepções sobre problemas que, provavelmente, passaremos. Dessa forma contornaremos os desafios de um modo mais fácil.
Espero que todo esse meu passado, guie-me para melhores tomadas de decisões, e para mais facilidades em encarar algumas situações. Deve haver alguma coisa nas poeiras dos móveis que podem nos tornar pessoas melhores.
sábado, 31 de outubro de 2009
Teoria número vinte e dois: sobre a música certa e todo o seu destino
É verdade, servirá como fundo musical durante todo o tempo que conviverão juntos. Ou até para frente. Daqui a alguns anos, mesmo que vocês nem se falem mais, provavelmente se a música tocar enquanto ela estiver em um bar, com certeza lembrará de algumas coisas – se você fez a escolha de música correta, importante frisar isso.
A verdade é que a primeira música trata de traçar um perfil da pessoa também, vamos construindo a visão dela em nossa mente. É um modo de conhecer os seus interesses, de conhecer sua cultura e também, por que não, as suas tradições.
De certa forma, a primeira música pode abrir, ou fechar portas para milhares de possibilidades, interferindo, desse modo, no nosso destino. Eu sempre penso muito bem antes de mostrar para uma pessoa alguma música (ainda mais se estou a recém conhecendo): isso pode mexer com todo nosso futuro.
E isso me leva a perguta cretina, que a maioria de vocês não vão responder aqui: Com que música você se apresentaria?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Teoria número vinte e um: sobre relações e a distância entre
Todas as pessoas que você gosta em certo momento da sua vida vão se distanciar. É fato. Vão ficar longe ou fisicamente ou internamente. Isto é, minha ideia é que a distância é um dos fatores que definem a relação entre as pessoas. E não só a amorosa, serve para qualquer tipo, amizade, pais e filhos, enfim.
Acredito que essa seja uma questão forte na minha pessoa, uma espécie de karma (por que não?). A maioria das mulheres com que me envolvi com mais força amorosamente ou desejavam muito viajar, ou realmente viajaram. E quando voltaram não foi a mesma coisa ou o que tínhamos acabou de vez. Mas essa é a relação física que é talvez a “menos culposa” para os indivíduos.
O pior é quando a distância acontece dentro da relação normal, quando a gente percebe que quanto mais próximos as pessoas estejam, mais distantes elas ficam. É inverso, inversamente proporcional ao tudo que na lógica seria o correto. Contra isso só uma reaproximação a partir de conversas, de tentar chegar a um entendimento mútuo. Mas que muitas vezes pode não dar certo também.
Plagiando e mudando um pouco uma bela frase de Drummon às vezes acredito que as pessoas são incomunicáveis, todos nós deveríamos ficar tortos nos nossos cantos, não amar.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Teoria número vinte: sobre a loucura, realidade e várias perguntas
Um louco não pode estar certo?
O problema é a imagem realizada, a imagem feita, a compreensão do próximo apenas pelos próprios olhos. Por que não conseguimos sair de nossa restringida visão? Somos tão fechados em nossos malditos sentimentos, em nossos pronomes próprios, consequentemente preferimos sempre acreditar no que vemos. O ser humano é o mais medroso dos animais que habitam a terra. De alguma forma a imagem realizada nunca sumirá, nunca seremos aptos a ver o real por trás. E se não vemos, e se ninguém nunca viu, será que o real realmente existe?
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Teoria número dezenove: sobre textos e pessoas
Acho que isso acontece com as pessoas também.
Só que com elas, pelo menos comigo, sempre foi ao contrário do texto: cada indivíduo que foi importante na minha vida, eu gostei de prontidão, de bate pronto. Tudo sempre funcionou meio que no tato. Nos olhos, sorrisos ou em conversas aleatórias sobre qualquer coisa. Meus melhores amigos nunca precisaram ser trabalhados ou “lidos” várias vezes para que eu os compreendesse. Assim como as paixões que tive, sempre foi alguma tensão antes, algum olhar, o modo como segurava a mão, se preocupava de um jeito diferente, fazia caretas ou falássemos de qualquer assunto com naturalidade.
Meu ponto é: os melhores textos e as melhores pessoas da nossa vida são aquelas que nos marcam à primeira vista. A primeira leitura. São essas pessoas e esses textos que você deve guardar para sempre, mesmo que depois de um tempo só reste lembranças.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Teoria número dezoito: sobre velhos ciclos, mês de junho e certezas que não mudam.
Pego me feliz em notar que a paixão realmente vem aos poucos, e aos poucos vai desaparecendo de modo natural, sendo substituída por outro sentimento mais forte, ou acabando de vez. Surpreendo-me em saber que cada vez mais sei lidar com os meus sentimentos, antes tão embaralhados e confusos. Junho me ensinou todas essas coisas e certamente a gente sempre sai mais forte. Porque não há nada melhor que saber superar as coisas do jeito certo.
Obrigado Junho!
sábado, 30 de maio de 2009
Teoria número dezessete: sobre as possibilidades e o não saber como agir
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Teoria número dezesseis: sobre “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”
Nós conversamos, mas dificilmente contamos algumas coisas mais profundas, enquanto para as “amigas” mulheres, fazemos com mais facilidade. Acontece que não estamos acostumados a ser acarinhados pela nova amiga, logo já achamos que ela está abrindo um espaço para uma maior aproximação. Aí que entra a perspicácia do indivíduo – o que nem todos possuem – é preciso saber separar as coisas. Ela nem sempre está dando bola para você – na maioria das vezes não, eu diria –, e quando estiver é preciso saber transitar da amizade para a relação, algo que é difícil e um pouco trabalhoso. Mas esse já é assunto para outro post.
terça-feira, 31 de março de 2009
Teoria número quinze: sobre a supervalorização do sono e o presente que é a vida
Foi mal.
O sono é sim superestimado, um maldito castigo para o nosso corpo. Não temos direito a ficar cansados, não mesmo, até porque estamos de passagem curta pela terra, e o pior, não sabemos o nosso futuro. Logo, a vida é totalmente presente, totalmente agora, totalmente as ações que você faz, as coisas que você diz. Então, seja verdadeiro para não ficar perambulando de sono por aí e realmente entender que a vida é só presente – e como isso pode gerar um presente de vida (desculpe os trocadilhos infames)
